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terça-feira, 28 de fevereiro de 2006
Portugália Monumenta Futurologica
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domingo, 26 de fevereiro de 2006
Coisas Que Só A Mim Apoquentam XXII
sábado, 25 de fevereiro de 2006
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006
Lança-Perfume
Massamá É Uma Palavra Árabe Estragada Que Quer Dizer Lugar Onde Se Bebe Água
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006
Casa de Banho Vitoriana II
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006
Caracóis, Sandálias e Traições
Barthes das Mythologies, Luís? Venham o intérprete, o exegeta e o caça-significados, que séculos e séculos depois, bom jeito darão. Há lá coisa mais difícil que dar à tela um mundo não-judaico, pré-cristão, pré-islâmico, pré-ateu? Fosga-se.
Inesperada, esta Átia: a hesitação na escolha do traje (tão in só poderia resultar out), a insegurança frente à snobbery de Servília e Calpúrnia, a sincera e funda necessidade em agradar ao tio. Percebe-se-lhe melhor a prole, descoberta esta face.
Que dois ariscos, Bruto e Cícero; que dois obtusos, Quinto e António. Bons augurii à força [ai, o que me irrito quando eles se esfumam no publishing, Luís!, ultimamente faço sempre ctrl+c antes], assim como quem calca a sorte a toque de maço no mosaico da vitória. César deixa nada sem cálculo, só não controla o que não pode (ninguém controla a morbus comitialis). Pulo, o detemido, Voreno, o temente: um ri-se à Fortuna, outro reverencia Janus. Tão frágil, Janus.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006
Dos Cinquenta Mil
Que Fazer Ao Que Nos Contam? (4)
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006
Tudo Tem O Seu Lado Positivo
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006
Caracóis, Sandálias e Traições (Act.)
Adenda: O grito catónico só podia ser esganiçado - razão sem força alguma vez havia curado, ou alguma vez curaria, os males da república romana?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2006
A Rua
Não sei como / permanece.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
Coisas Que Só A Mim Apoquentam XXI
sábado, 11 de fevereiro de 2006
Queluz, Rua Paulo Reis Gil
"O portugal futuro é um país
aonde o puro pássaro é possível
e sobre o leito negro do asfalto da estrada
as profundas crianças desenharão a giz
esse peixe da infância que vem na enxurrada
e me parece que se chama sável
Mas desenhem elas o que desenharem
é essa a forma do meu país
e lhe chamem elas o que lhe chamarem
portugal será e lá serei feliz
Poderá ser pequeno como este
ter a oeste o mar e a espanha a leste
tudo nele será novo desde os ramos à raiz
À sombra dos plátanos as crianças dançarão
e na avenida que houver à beira-mar
pode o tempo mudar será verão
Gostaria de ouvir as horas do relógio da matriz
mas isso era o passado e podia ser duro
edificar sobre ele o portugal futuro"
Ruy Belo, Portugal Futuro, in Homem de Palavra[s], 1969.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006
Massamá, Cerrado da Bica
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006
Três Panos
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006
Convulsa
terça-feira, 7 de fevereiro de 2006
Casa de Banho Vitoriana I
Caracóis, Sandálias e Traições
Adenda: A sobranceria de Catão frente à popularidade (ou populismo?) de César e da sua Legio XIII é tão suicidária que custa a crer que tenha ocorrido assim. Quanto às cenas de debate no Senado, o que imediatamente me ocorre são flashes de Taiwan e da Geórgia, é irreprimível.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006
domingo, 5 de fevereiro de 2006
Que Fazer Ao Que Nos Contam? (3)
Uma Janela
"há sempre no fundo do sofrimento uma janela aberta uma janela iluminada"
tinham-lhe valido quando deles precisou. Encontrei-os inteiros há pouco, longa vida aos motores de busca:
Il y a toujours puisque je le dis
Puisque je l'affirme
Au bout du chagrin une fenêtre ouverte
Une fenêtre éclairée
Il ya toujours un rêve qui veille
Désir à combler faim à satisfaire
Un coeur généreux
Une main tendue une main ouverte
Des yeux attentifs
Une vie à se partager."
Paul Éluard, Et Un Sourire. In La Phénix, 1951.