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segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Queluz, Rua D. Pedro IV

Subia-se a escada - bombeiro para baixo, bombeiro para cima - e lá estava a ante-sala do socorrista. Olhos vermelhos de fisgas, pés com pregos, cabeças partidas. À mecânica da cura, seca, sobrevinha amorosa mão de mãe.

3 comentários:

Ricardo Leal Lemos disse...

Mão de quem? Mão de Ana Cláudia? Ou mão de médico?

Capa Rota disse...

Beijinho no dói-dói...

Ana Cláudia Vicente disse...

De mãe, Ricardo, que podia ser pai ou avó ou madrinha.

Capa,
:)