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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Cartas da Guerra

A ternura desesperada de cada uma comove à mudez. Como se todas fossem a última.

3 comentários:

anaeugenio disse...

tudo nele tem silêncio. viver um dia de cada vez ensina-nos quanto a vida é preciosa :)

Ana Cláudia Vicente disse...

não diria isso, que tudo nele tem silêncio, mas respeito essa interpretação, claro.

anaeugenio disse...

:) obrigada. nem todo o silêncio é a ausência de som interior. nele sinto que há muito silêncio que é o calar de um grito. não deixa de ser silêncio o que ele nos dá.