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segunda-feira, 11 de junho de 2007

Teremos Sempre Paris

, sob esta ou outra forma, este ou outro género. Alguém que na festa passa de bobo a bombo. Mas há nesta mulher algo trágico, uma face em branco, talhada por mão asséptica e diplomada. Ri, chora, e é sempre a mesma expressão. E quem se compadece de quem não pode comover?

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