Terça-feira, Setembro 16, 2008

Quatro Anos, Quatro Caminhos, 2

Uma das minhas palavras preferidas é sortilégio. Tê-la-ei ouvido a alguém querido não mais que meia dúzia de vezes, mas sempre em plena concordância com o seu sentido, olhos infantes em meio a uma história de vida - o que fez toda a diferença.

Quatro Anos, Quatro Caminhos, 1 : Mas Não Sou Tão Mais Criança/A Ponto de Saber/Tudo*


Sei que para os da outra banda do mar-oceano esta canção é insuportavelmente batida, mas sinceramente não quero saber, para mim ela é e será eu miúda e mais um bocado do mundo à mostra, em sotaque cantante. Obrigada ao cara que inadvertidamente (ou melhor, por via fraternal) me fez chegar a esta música, com quem não falo há anos (e que também andou pelos blogues).
*Quase Sem Querer ['Dois', 1986], Renato Russo/Eduardo 'Dado' Vila-Lobos/Renato Rocha/Marcelo Bonfá

Quarta-feira, Setembro 10, 2008

Fui a lado nenhum, v. low tech (pedido de desculpas em não muitos pixels)

O totem mais neurasténico que a indústria chinesa já produziu é meu meu meu, já o arremedo punny copiei-o de um sonho do Tony Soprano. Desculpem-me o atraso nos posts, e-mails, telefonemas, cartas e conversas em tarde-e-osso, as letras consomem-se-me quase todas nos dias e ainda me faltam, por isso eu pouco sobro. Ando só tão só tão cansada. Isto para dizer que não que me fui embora, não me vou embora.