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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Tenho pensamentos tão parvos

Suponho que sejam um reflexo involuntário, e que aconteçam a muitas outras pessoas (como aquele quase universal balançar do nosso próprio peso entre uma perna e o outra, quando estamos muito tempo de pé, sabem?). Por exemplo, hoje interrompi-me a pensar como é que os homens conseguem descrever as mulheres que não conhecem bem uns aos outros, tendo em conta que um dia temos caracóis, noutro somos quase ruivas, outro engordamos, noutro temos mais dez centímetros por causa dos saltos, e por aí adiante.

3 comentários:

Anónimo disse...

Acho que costumam falar mais da qualidade do material. Não sei se me faço entender.

Luis Serpa disse...

Hubbba hubbbba hhuuuubbba. Caro Anónimo, deixe-me felicitá-lo pela qualidade da sua ironia. É tão fina que tenho medo de não a ter entendido bem. Refere-se mesmo ao "material" não é? Ou está a falar no quinquagésimo segundo grau?

Ana Cláudia Vicente disse...

[meses depois a dona da paragem dá pelos comentários...]

Anónimo,
pois; mas suponho que tem de haver um descritivo qualquer nessas conversas?

Luís,
que interjeição tão flindstoniana, eh,eh.