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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Amêndoa, Rua do Pombal

Vê-se quase ninguém a uma hora assim, de semana. Esta ou aquela carrinha de distribuição, um tractor com o atrelado cheio de tojo, duas perdizes espantadas. Contra o sol fraco, que sobe à flor do alto onde novos moinhos foram plantados, há ainda menos movimento que em sentido contrário. Mais alguns quilómetros de curvas a meia vertente e chega-se a um desfiladeiro ventoso, onde a água arde e cura quase tudo.

3 comentários:

Professor disse...

Felizmente há "o acaso"! E ele nos leva a todo o lado. Queluz / Massamá /Quatro caminhos. Que raiva! Há quantos anos não me lembrava que tais palavras e locais existiam? Foi há trinta (se calhar mais anos) que os vi pela última vez. Durante muitos anos vi-os quase todos os dias. Ai! As minhas primeiras fugas de jovem adulto lisboeta!...
Voltarei, não lá, mas aqui.
Luís Filipe

Ana Cláudia Vicente disse...

Luís Filipe, blogocumprimentos, retribuirei a visita.

José Roldão disse...

Nossa... Era em um lugar assim que eu queria estar amanhã de manhã. Hoje está a chover torrencialmente, com trovões... E assim está bem, por hoje.