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domingo, 1 de abril de 2007

Qual é Ela

No feminino, que velha virtude se tornou coisa infame? A resignação. Não sei de predicado mais detestado nas novas mulheres, pelas novas mulheres, pelos novos homens.

9 comentários:

Pearl Fosky disse...

DIZER NAO A RESIGNACAO!!!
NAO NAO NAO...

Capa Rota disse...

Sobre resignação...
O melhor é deixar-me estar caladinha...

Ana Cláudia Vicente disse...

Irra, Pearlie, para ti não há cá meias tintas!

Capinha, já estás a treinar para a integração temporario-ideológica no ambiente de viagem do ano que vem?

Capa Rota disse...

Não preciso de revoluções culturais para ser melhor ba-na-na (casca grossa]!!!

ana disse...

e resignar não pode ser agarrar e voltar a dar como nós queremos? reforçarmos o nosso sinal?

Ana Cláudia Vicente disse...

Olha que se um dia tivermos um duo-blog terá de se chamar Bananarama, dearest :)

Ana Cláudia Vicente disse...

[o anterior era para a Capa Rota, claro]

Ana [agora já tenho teu e-mail, desculpa não ter chegado a contactar-te, da outra vez], já se vê que tenho um sentimento ambíguo em relação a isto; eu penso que a resignação pode ter um ser positiva, quando significa sobrevivência, poder de encaixe perante um qualquer revés; não é transformadora, mas pode ser instrumental.

magarça disse...

Eis a palavra que melhor traduz os conselhos que encontrei num velho livro dedicado às meninas casadoiras.. podes encontrar algumas citações no meu outro blog: contosexemplares.blogspot.com

Ana Cláudia Vicente disse...

Obrigada, magarça!