a vida depois da vida / eco em museu / canção-vitória / letra empoada / melhor que nada / é memória

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

A Velha de Valença

Conta-o vezes sem conta. Foi há mais de trinta anos, num dos dias em passeava pelo Minho o riso franco, braço dado ao recém-marido. Tanta ilusão, tanta ilusão, murmurou a titubeante desconhecida à vista deles. Não conseguiu esquecer o enigmático desabafo, nem o decifrou até hoje. Remoque? Elogio? Aviso? Lembrança?

3 comentários:

Anónimo disse...

Se murmourou era uma moura, só pode.

Ana Cláudia Vicente disse...

Võu corrijir jájá.

hfm disse...

Gostei muito de ler.