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quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

A Dona É Móvel

Bordejo a praça de táxis, ligeira, e dois paisanos de porte castrense. Apanho um fiapo de conversa em sotaque montano:

- Pois, certamente, mas eu não gostava que ela tirasse a carta.

4 comentários:

Anónimo disse...

Acho bem. Não se tira nada a ninguém.

Ana Cláudia Vicente disse...

Também há os que tiram o dia e os que metem o dia.

Capa Rota disse...

E os que metem um processo em cima de alguém?
Imagino, logo, uma cabeça esmagada por uma resma de folhas envolta uma capa castanha ensanguentada!

Ana Cláudia Vicente disse...

Que noijo, quem é que limpa isso, depois?