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sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Comboio, Meleças - Areeiro

Caiu-lhe mal, mais aquele desdenhar do suburbano de ferro-carril, do novo povo. Aquela recusa enojada do igual mais mal-vestido, mais mal-falante, mais-menos. Como se não andasse tudo ao mesmo, não caminhasse tudo para o mesmo.

7 comentários:

hfm disse...

Há quem nunca perceba.

Ana Cláudia Vicente disse...

E há quem perceba e esqueça; eu tenho medo de me esquecer de olhar para o que é semelhante, de me fixar em pormenores.

Pearl Fosky disse...

Rede neques, rede neques...

Conheces um tal de Luis Carmelo? Cita-te no Expresso...Na coluna de opiniao.

Nao sei se isto e relevante ou nao. Mas, engracado, nevertheless...Agora e tempo de "Live, from NYC...It's Saturday Night Life"

Patanisca disse...

Essa ideia do "não caminhasse tudo para o mesmo." é verdadeiramente assustadora! Quando ando entre Meleças - Areeiro, ou vice versa, tento sempre não olhar para os lados. Só "acordo" quando me vejo em segurança no apeadeiro

Capa Rota disse...

Pequeno pormenor dos nossos semelhentes da linha:

1. Eu tenho cabelo à esparguete. Tudo o resto, tem trancinhas!

Patanisca disse...

Pois que por vezes sinto-me deslocada!!! Imagina ... loira completamente rodeada por malta de 2 metros e a falar outra lingua!

Ana Cláudia Vicente disse...

Pearlie, braune néques, mais ou menos entrançados, como diz a menina-espargueta-capa-rota. Germano-escandinavo-loiras como a Patanisca, são uma num milhar.