a vida depois da vida / eco em museu / canção-vitória / letra empoada / melhor que nada / é memória

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Lisboa, Rua Coelho da Rocha

À entrada, um sorriso e a oferta de um heterónimo. Acaso, homónimo. Luz. Calor. Fotografias e livros. Ao ar, calafrio e espera. Ao que íamos, depois - poemas e poetas. Voz e vela. Irónicos, em ânsia, tristes, amantíssimos, perplexos, atentos. Ao chão, a floresta de pernas, como em pequenina. Calor. Amigos, conhecidos. Tinto à nossa e à dele. Olás e até jás. Calor.

4 comentários:

João Villalobos disse...

E melancolia até ao osso... ;)

Ana Cláudia Vicente disse...

É verdade, e a tal intenção de explicação para o roubo?

João Villalobos disse...

Fui vencido por uma preguiça melancólica até ao tutano :)

Ana Cláudia Vicente disse...

Do género ter um livro para ler e não o fazer, eh, eh.