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segunda-feira, 3 de abril de 2006

Lisboa, Biblioteca Nacional

Entre o desmazelo ervado há uma clareira com dúzia e meia de rosas. Dois melros machos debicam o que se lhes oferece sem grande convicção. A hora é serôdia para almoço e Primavera.

5 comentários:

escorpiaotenhoso disse...

Você faz das palavras poesia e fotografia ao mesmo tempo. O seu blog é uma passagem obrigatória, para lá dos quatro caminhos de sempre...

Obrigado

ET

zero disse...

não fôra a hora serôdia e lá marchavam os melros uhm ?!

Ana Cláudia Vicente disse...

ET, obrigada eu :)

Zero, não me teria ocorrido tão carnívora hipótese :)

Alexandre Dias Pinto disse...

Vejo cada vez mais a BN como um lugar feérico (sobretudo pelos deslumbramentos que me levam à mesa... da sala de leitura). Vou escrever um post sobre o assunto no Tonel de Diógenes.

Ana Cláudia Vicente disse...

Alexandre, espreitarei concerteza o Tonel.