Há dias ou/vi o Marco Martins, na entremeada de resposta a uma questão (ainda, fogo, ainda) jornalística, num destes podcasts de agora difundidos em entoação ultra-intencional, pausas-pausadas, referir-se ao nosso momentoso agora como distópico. Há ano e meio, mais coisa menos coisa, de certezinha, miaria: 'qu'exagêêêêro!'. Agora não. Acho que tem razão.
Tem razão porque uma data de coisas. Tem razão, por exemplo, porque há bocadinho pedi ao bom do Copilot que me confirmasse se o Substack de um certo autor achado por acidente é a sério ou é treta. Portanto: tentei saber mesmo e já, sem me aguentar à dúvida (ou pelo menos à mínima flexão hermenêutica), o que me apetecia saber.
A gente que não se ponha a pau, não.
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