E por vezes acordo como quem está prestes a lembrar-se de qualquer coisa fundamental. Procuro razões próximas, tarefas, consultas. Nada. Só este alarme físico - uma atopia para além da pele.
a vida depois da vida / eco em museu / canção-vitória / letra empoada / melhor que nada / é memória
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Sintra, Alto do Chão Frio
No estacionamento uma miúda finca pé à mãe - do banco do carro não arreda, não entrará no cemitério. O que mais sobra por aqui são vestígios desses: campas por colocar, covas abatidas, montes sem flores verdadeiras. Este costume, velho de séculos, quem o observará, daqui a trinta anos?
domingo, 2 de novembro de 2014
Massamá, Travessa Ruy Cinatti
Vários já foram adiante, hoje é dia de o(s) lembrar. Aparentemente repentinos, são sempre os mais recentes que nos pesam. Se os vimos, acarinhámos; se os tratámos o bastante. Não sei. Peço por que sim, que estejam bem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)