"Todas as mensagens". Sempre que regresso ao Blogger isto é o que o écran me devolve: "Todas as mensagens". As que leio, as que só entendo depois de escrever, as que emendo, as que guardo.
a vida depois da vida / eco em museu / canção-vitória / letra empoada / melhor que nada / é memória
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Prova de Bala
Richard Castle é uma das minhas mais recentes pessoas ficcionais preferidas. Há qualquer coisa suavemente deslocada na sua situação, no seu penteado, nas suas piadas. Muito cativa quem não é de modas.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Andaimes
E agora sem rodinhas, sem aparelhos, sem andaimes. Anos físico-químicos tombados em arquivo. Campo aberto, e quase tudo por andar.
Punxsutawney, Barclay Square
[Dir. Harold Ramis, 1993]
Só há poucos dias vi o Groundhog Day. Quero dizer, ver já o tinha visto, mas não tinha entendido grande coisa. Aconteceu-me recentemente o mesmo com o Rocky. O que ainda não alcancei é se é com o passar do tempo que as coisas ganham um sentido, se é por causas delas que o conseguimos apurar.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Queluz, Rua Alfredo Keil
Ontem ao final da tarde andei a pé por Queluz. Há algum tempo que não o fazia. Se calhar, muito. Não tenho real noção. Por mais que tivesse dado pelas mudanças, admito que não as tinha guardado. Cruzei os Quatro Caminhos da Avenida da República à António Enes sem os entender: a falta que o renque de plátanos - que ia dali ao topo da Miguel Bombarda - faz. Lixo aos cantos; o casarão do colégio Almeida Garret devoluto, guarnecido de matagal; um marasmo estranho na praça da estação. Iluminação fraca. Seguranças, vários.
Passear por um lugar tão querido, familiar, tão destratado, aperta o coração.
Passear por um lugar tão querido, familiar, tão destratado, aperta o coração.
Wee Hours
Um dos verbos mais intrigantes do nosso léxico é conjurar: como pode a palavra que nos diz uma coisa e o seu contrário esclarecer?
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