Peço-lhes sempre, à cabeça
- e ao corpo impulsivo, imparável,
cheio de som,
de dores (,) de crescimento -
se não conseguirem
fazer (o) bem
à flor desses primeiros sorrisos
que acabam no
estar sem condições
(nem 'gostos', nem visualizações),
façam mal a ninguém.
Pelo que que for,
por quem for,
se connosco não aprenderem
mais:
afastem o mal
que reconhecem
(e reconhecem,
dizem-no-lo tão cedo)
entre os mais.
De nós saiu, senhores,
esta que se nos segue:
ó progénie tão amada
protegida,
tão sensível
ao que lhe foi entregue!
Tão chocantemente
indiferente
à consequência do que diz
ou faz
do que é empregue.
De nós saiu, senhores.
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